Até 2014 a produção de petróleo em Angola deverá aumentar de 1,8milhões para dois milhões de barris/dia

A produção de petróleo em Angola deverá aumentar de 1.8 milhões de barris diários para dois milhões até 2014, anunciou o Ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos, em entrevista ao Jornal de Angola. Botelho de Vasconcelos recordou que a produção angolana representa cerca de dois a três por cento da produção mundial de petróleo. E afirmou que, apesar de alguma volatilidade no preço do crude, resultante da crise internacional e das tensões políticas no Médio Oriente, as ramas angolanas terão registado em 2011 uma média de entre $105 e $110 por barril

A produção de petróleo em Angola deverá aumentar de 1.8 milhões de barris diários para dois milhões até 2014, anunciou o Ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos, em entrevista ao Jornal de Angola. Botelho de Vasconcelos recordou que a produção angolana representa cerca de dois a três por cento da produção mundial de petróleo. E afirmou que, apesar de alguma volatilidade no preço do crude, resultante da crise internacional e das tensões políticas no Médio Oriente, as ramas angolanas terão registado em 2011 uma média de entre $105 e $110 por barril

O governo de Angola está a envidar esforços para maximizar os níveis de produção, apesar de estar a produzir acima de 1,57 milhões b/d da cota de produção estipulada pela OPEP, cota esta se espera ser revista e aumentada face as necessidades do país de maiores receitas para a reconstrução da sua infra-estrutura danificada pela guerra civil.

Segundo Botelho de Vasconcelos, a produção de Angola em 2011 manteve-se abaixo das estimativas devido a problemas técnicos e de manutenção dos campos petrolíferos, possibilitando um volume de 1,6 milhões de b/d de produção total nos primeiros 10 meses de 2011. Em Junho registou-se um decréscimo no volume da produção para 1,4 milhões b/d, mas em Novembro houve uma recuperação atingindo os 1,75 b/d, após o reinício do campo BP PLC Plutónio e o início da produção do campo da Total, Pazflor.

Botelho de Vasconcelos adiantou ainda que as cotas de produção não são preocupação imediata, Angola pretende continuar a investir na exploração de petróleo, destacando um ponto importante no mês passado, quando a companhia estatal Sonangol assinou acordos com sete empresas internacionais de petróleo.

Tais empresas planejam perfurar sob a bacia do Kwanza em águas profunda, na camada pré sal, a semelhança da costa do Brasil, onde descobertas semelhantes foram feitas.

Em Janeiro de 2011, Angola concedeu direitos de exploração em 11 blocos a Total, a BP, a Eni SPA, a Statoil, a Repsol YPF SA, a ConocoPhillips, e a Cobalt International Energy 11.

Fonte: Ministério dos Petróleos

 

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Descoberta do primeiro poço de Pré-sal em Angola

A Sonangol e a Maersk Oil anunciaram hoje a descoberta do primeiro poço de pré-sal a explorar em águas profundas em Angola, estimando que possa vir a produzir mais de 3.000 barris de petróleo por dia.

O poço de exploração Azul-1, localizado no bloco 23 da bacia do Kwanza, foi perfurado numa lâmina de água de 923 metros e atingiu uma profundidade de 5.334 metros, anunciam as duas empresas em comunicado de imprensa, informando que este é o primeiro poço de águas profundas a atingir reservatórios no pré-sal em Angola.

Fonte: Ministério dos Petróleos

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Projecto Angola LNG

O projecto Angola LNG, que envolve a Sonangol e outras quatro petrolíferas, vai começar a produzir gás no final do primeiro trimestre, estando já em fase de testes todos os equipamentos, anunciou a Sonangol em comunicado de imprensa.

A Sonangol informou ainda que a produção anual deste projecto, localizado na cidade do Soyo, deverá alcançar os 5,3 milhões de toneladas de gás natural liquefeito (LNG) e vai fornecer gás butano para consumo interno, tornando o país mais auto-suficiente, podendo ainda disponibilizar 125 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural destinado à geração de energia eléctrica e petroquímica.

Fonte: Ministério dos Petróleos

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Refinaria produz mais de um milhão de toneladas de petróleo em 2011

A Refinaria de Luanda processou, de Janeiro a Outubro de 2011, um total de um milhão, 650 mil e 933 toneladas métricas de petróleo bruto, informou hoje, em Luanda, o ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos.

Ao falar na cerimónia de comprimentos de ano novo, o ministro disse que os produtos refinados deram origem a um milhão, 580 mil e 302 toneladas métricas de produtos refinados, com destaque para a gasolina e o gasóleo.

Relativamente à exportação, apesar de algumas oscilações, ao longo do ano, disse, o mercado reagiu de forma favorável, já que a recuperação de algumas economias contribuiu para manter os preços de petróleo bruto em níveis satisfatórios, tanto para os produtores, tanto para os consumidores.

“Quanto aos resultados atrás mencionados, se acrescentarmos os obtidos no quarto trimestre e verificarmos o nível médio de preços, poderemos, sem optimismo exagerado, felicitar-nos pelo ano de 2011, nomeadamente pela indiscutível contribuição do sector para os indicadores macroeconómico do país”, esclareceu.

Disse que durante o período em referência, no tocante à exploração, se procedeu a licitação de onze blocos para exploração do pré-sal em águas profundas da Bacia do Kwanza e de Benguela.

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Dossier Sonangol-Portugal

“Ninguém pode impedir que capital angolano compre acções da Galp”. A Galp, admite o CEO Ferreira de Oliveira é um alvo, mas há mais. Banca, saúde, construção – a crise e a falta de liquidez do Estado e empresas renovaram o interesse angolano.

Em Luanda, Passos Coelho admitiu que as portas estão abertas e a Sonangol, liderada por Manuel Vicente, está na linha da frente. Qual é a dimensão do império angolano? Em que sectores? Com quantas subsidiárias? E em Portugal? Qual é a estratégia. Todas as respostas num retrato exaustivo da Sonangol.

Os novos alvos da Sonangol em Portugal: (leia aqui)

Descubra o universo Sonangol: a empresa-mãe e as suas 22 subsidiárias

Os investimentos em Portugal  (leia aqui)

Cuba, Iraque, Venezuela: descubra as alianças estratégicas

Fonte:  18/11/2011 | 10:55 | Dinheiro Vivo

http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO022903.html

 


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O outro lado da petrodependência

Há vários anos que se fala da necessidade do país diversificar a economia de modo a reduzir a dependência do petróleo. Ninguém duvida dessa necessidade. Nunca é bom ficar dependente de uma única fonte de rendimento. Para mais quando o petróleo é um recurso finito e caracterizado pela volatilidade dos preços. Se Angola interrompeu o ciclo de crescimento económico fenomenal registado na última década (segundo a The  Economist foi o país do mundo que mais cresceu) isso deveu-se à queda abrupta do preço do petróleo após a crise financeira mundial. Nos últimos anos, a cotação até subiu para máximos históricos, mas infelizmente Angola não tirou proveito disso devido às quedas inesperadas da produção interna (não deixa de ser irónico que há anos alguns analistas defendiam que Angola deveria sair da OPEP devido à limitação da quota de produção).

Ao que parece a situação irá inverter-se em 2012 devido, entre outras causas, ao impulso do projecto Pazflor, da Total (já em curso) e ao arranque do ALNG, em Cabinda (começa a laborar em Janeiro). Mas se do lado da produção há boas notícias, do lado dos preços subsiste a incógnita. O Orçamento do Estado para 2012 (ver artigo nesta edição) estipula a cotação em 77 dólares por barril, um valor prudente que está abaixo do preço actual em torno dos 100. Mas e se a crise mundial se agrava, nomeadamente na zona euro (ver artigos nesta edição)? Alguém duvida que o efeito em cascata irá atingir os países emergentes, incluindo os produtores de petróleo como Angola?

Há um outro lado escondido dessa petrodependência. Angola, como sabemos, é um grande produtor de crude. Mas a sua capacidade de refinação é inferior às necessidades de consumo. Dito por outras palavras, continuamos a importar combustível. Uma das notícias do ano que passou relativamente despercebida foi o novo impulso dado à refinaria do Lobito, devido à parceria celebrada entre a Sonangol e a ENI. O mesmo sucede no projecto de refinaria do Soyo (neste caso o parceiro mais bem colocado parece ser a chinesa Sinopec). No total, estaremos a falar de uma capacidade de produção de 300 mil barris diários, que excederá largamente o consumo interno, permitindo ainda a exportação do excedente.

Mas até lá continuamos dependentes. E essa dependência da importação de combustíveis é perigosa. Veja-se dois exemplos actuais. A EXAME esteve recentemente no Malawi, país que vive uma crise de combustíveis sem precedentes. O governo alega que o “culpado” é Moçambique que dificulta a travessia dos ca-
miões a partir dos portos da Beira e de Nacala (acusação já desmentida pelo consórcio malawiano responsável por essas importações). Moçambique, por seu turno, (ao qual dedicamos um especial de 32 páginas nesta edição) vive uma crise do gás devido a um incêndio numa refinaria da África do Sul.

Uma segunda razão é que a auto-suficiência baixaria os preços dos combustíveis que continuam a ser subsidiados em Angola. Percebe-se porquê. Quando o Governo cortou uma parte do subsídio isso gerou um efeito em cadeia imediato (por exemplo, os preços dos candongueiros duplicaram). Ora, numa altura em que o Governo quer baixar a inflação, tal medida, além de impopular, põe em risco tal objectivo. Mas a verdade é que a manutenção dos subsídios tem um impacto brutal nas contas públicas (ver artigo na EXAME n.º 15). Trata-se de dinheiro que poderia ser aplicado directamente no sector social (rubrica onde hoje é  contabilizado ao nível do Orçamento do Estado). Por último, os subsídios desincentivam a redução do consumo e promovem o desperdício, o que é errado em termos económicos e ambientais.

Por todas estas razões, é importante dar atenção ao recurso mais precioso do país, não só ao nível da produção, como também da auto-suficiência no consumo. Quanto à  necessidade de diversificação da economia aí o papel do Estado deve ser, sobretudo, o de facilitador. A prioridade é melhorar a qualidade das infra-estruturas, capacitar os quadros, promover o investimento privado e a concorrência, reduzir a burocracia, ou seja, criar um clima favorável aos negócios. E nesse ponto, a julgar pelos resultados do índice Doing Business, do Banco Mundial (onde Angola perdeu uma posição), há ainda muito trabalho a fazer.

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Cameron e BP: acordo Deepwater Horison

A Cameron e a BP chegaram a um acordo segundo o qual a BP indemnizará aquela pelas actuais e futuras reivindicações compensatórias decorrentes do incidente ocorrido no Deepwater Horizon. Sob os termos do acordo, a Cameron concorda em pagar USD 250 milhões à BP,tendo ambas as partes concordado em abdicar das reivindicações recíprocas. Além disso, a BP irá indemnizar totalmente a Cameron por reclamações, danos decorrentes do Oil Pollution Act, pedidos de indemnização por danos a recursos naturais assim como danos associados aos custos para avaliação dos danos e outras reclamações decorrentes de terceiros.

Este acordo com a BP o acordo irá, de certa forma, remover as incertezas que a Cameron tem enfrentado no litígio associado ao evento no Deepwater Horizon, segundo o presidente e CEO Cameron Jack Moore, dado que o mesmo elimina todas as reivindicações históricas e futuras relacionadas com este incidente. Embora o acordo não preveja o pagamento de indemnização contra multas e penalidades punitivas ou potenciais reivindicações não compensatória, tal facto não representa um risco significativo para a Cameron.

As seguradoras da companhia estão prontas para financiar cerca de USD 170 milhões deste acordo. A Cameron espera tomar os encargos no quarto trimestre relativamente aos montantes não cobertos pelo seguro. Para concluir, vamos olhar para o Irão, onde a companhia russa OAO Tatneft (TATN) assinou um acordo avaliado em USD 1.000 milhões com o Irão para desenvolver o campo petrolífero Zagheh no Golfo Pérsico, onde muitos projectos de energia enfrentam atrasos devido às sanções intensificadas pelos países ocidentais. A Rússia, que se opôs às mais recente sanções financeiras e de energia sobre o Irão, está a ajudar a reiniciar o campo adormecido de Zagheh, com as empresas ocidentais a refrearem os seus investimentos neste país, o segundo maior produtor de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, após a Arábia Saudita.

Fonte: O País

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O bloco 21, localizado em águas profundas no centro-sul da Bacia do Kwanza, a cerca de 200 quilómetros a Sudoeste de Luanda, contém petróleo. A existência de hirocarbonetos foi confirmada a passada semana e revelada pelo presidente do conselho de administração da Sonangol E.P., Manuel Vicente, aquando da assinatura, terça-feira, contratos de partilha de produção respeitantes às concessões de petróleo no Présal angolano.

O presidente da Sonangol E.P. adiantou que ainda estão a ser apuradas as reservas existentes na área, cuja profundidade da lâmina de água varia entre 300 e 1.600 metros. Adiantou entretanto que a confirmação de existência de petróleo na Bacia do Kwanza, remove as dúvidas sobre a sua potencialidade, realçando que os resultados financeiros decorrentes desta confirmação ainda estão por calcular.

Esta descoberta tem tanto mais significado quanto a exploração da região Sul não vem sendo marcada pela obtenção de resultados significativos. Como refere a própria Sonangol “após o insucesso obtido nos blocos 9, 21, 22 e 25 a região sul continua inexplorada. Para o que também contribui a não descoberta de petróleo nas perfurações feitas ao largo da costa da Namíbia país ao sul de Angola”. No entanto, adianta a concessionária no seu site, “não obstante o insucesso na região sul, os engenheiros do departamento de geologia da Sonangol acreditam que nem tudo está perdido em relação aos Blocos do sul.

Pesquisas e análises dos Blocos na bacia do Namibe estão a ser conduzidos e os nossos engenheiros crêem que ainda se poderão ter agradáveis surpresas de produção comercial na região sul”. O bloco 21 compreende, na parte Este, a escarpa da plataforma e, na zona central e oeste, mini-bacias salíferas. Diversas ‘leads’ podem ser identificadas nos carbonatos do Albiano e nos canais Miocénicos. Os modelos geológicos indicam a existência de reservatórios carbonatados de alta energia. Em suma, o bloco 21 tem potencial no Albiano e Miocénico a nível das mini-bacias salíferas.

Fonte: O País

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Desempenho do petróleo em 2011

O ano em que o preço do barril foi o mais elevado de sempre (em O País)

A recuperação excedeu todas as expectativas. E embora, num tempo marcado por incertezas e pela instabilidade da economia internacional, tanto a Opep, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo que Angola integra e a que já presidiu, e a AIE, a Agência Internacional de Energia, ligada aos interesses dos países consumidores, tivessem operado diversas revisões em baixa das suas previsões, a verdade é que qualquer delas aponta para a subida da procura de petróleo nos próximos anos e na estabilização ou mesmo subida do preço do barril. A alta do petróleo é dos acontecimentos de 2011.

Angola, como O País revelou com base nas estatísticas oficiais, também angariou a maior receita petrolífera de sempre. A matéria-prima repetirá a proeza em 2012? A ver vamos. Para já relembremos, mês a mês, os factos que pontuaram 2011.

JANEIRO

• Contactados pela Bloomberg, 34 analistas do sector prevêem que o preço médio do crude se venha a situar nos USD 87 em 2011.

• A Índia confirma o interesse estratégico em importar mais petróleo de Angola.

• A Opep revê, pelo quarto mês consecutivo, em alta a sua previsão da procura para 2011 (87,32 milhões de barris diários – mbd)

FEVEREIRO

• A Sonangol Starfish estreia-se na perfuração do pré-sal brasileiro com o início da perfuração do poço ISTAR 19 RJS no bloco C-M-622 na Bacia de Campos.

• Chevron, Exxon e Shell divulgam lucros em 2010 e BP, afectada pelo derrame do Golfo do México, prejuízos.

• A situação líbia e a hipótese de alastramento da instabilidade política preocupam o mercado petrolífero.

Em Dezembro, a Sonangol assinou 11 contratos com as empresas seleccionadas para explorar os blocos de pré-sal.

Em Fevereiro, a Sonangol Starfish estreou-se na perfuração na Bacia de Campos.

MARÇO

• A Opep afirma dispor de capacidade para suprir uma possível suspensão da exportação líbia.

• A Petrobras anuncia lucros superiores a USD 21 mil milhões.

• Kuwait e Sinopec anunciam a construção na China de uma refinaria avaliada em USD 9 mil milhões.

• O ministro dos Petróleos de Angola, Botelho de Vasconcelos, declara que a subida do preço do barril “não satisfaz a ninguém”.

• A catástrofe nuclear japonesa de Fukushima trava a subida do preço do barril, sobrepondo-se assim à instabilidade no Médio Oriente e Norte de África.

• Os EUA manifestam interesse no pré-sal brasileiro.

• A Exxon faz saber que, nos próximos cinco anos, a sua aposta principal é o petróleo.

ABRIL

• Os rebeldes líbios dispõem-se a produzir tanto petróleo como Khadafi. Está fixada a última “fronteira humanitária”.

• O aumento da produção da Arábia Saudita não consegue compensar a suspensão da produção líbia.

• A AIE considera que há risco de alta dos preços pôr em causa a recuperação internacional.

• O Projecto PSVM, localizado no bloco 31 do offshore nacional, recebe um gigantesco navio de produção, armazenamento e carga.

• Angola assume a presidência não executiva da Associação dos Refinadores Africanos.

• O Iraque anuncia a licitação de 12 novos campos no início de 2012.

MAIO

• O preço do barril estremece com a morte de Bin Laden

• Venda de petróleo rende USD 100 milhões a forças anti-Khadafi

• Obama anuncia que quer retirar USD 4 mil milhões em subsídios a petrolíferas.

JUNHO

• Para a AIE a economia global reclama mais petróleo

• Botelho de Vasconcelos faz um balanço positivo da cooperação com S. Tomé e Príncipe.

• A Barclays Capital revela que os investimentos na exploração de petróleo atingiram o recorde de USD 500 mil milhões.

• O Equador põe a concurso seis blocos maduros.

JULHO

• A AIE anuncia que vai recorrer às reservas de emergência para colocar dois milhões de barris a mais no mercado.

• A Galp revela prever investir mais de € 100 milhões em Angola, sobretudo no bloco 14.

• A CNPC chinesa inicia a produção no Iraque.

AGOSTO

• A Venezuela projecta triplicar a produção até 2021.

• Angola aumenta produção mas perde para o Irão a posição de segundo fornecedor da China.

• A Opep revê em baixa a previsão para a procura em 2011, situando-a em 88,14 mbd.

• A Sonangol prepara-se para perfurar o primeiro poço exploratório na Bacia de Santos.

• A União Europeia anuncia que vai proibir a importação de petróleo sírio.

• O Projecto Pazflor, um conjunto de campos situados no mar angolano, a 150 Km de Luanda, inicia a produção.

SETEMBRO

• Descoberto gás natural na Bacia do Rovuma, em Moçambique.

• O México abre o sector petrolífero a empresas privadas.

• A Rússia opõe-se ao embargo da UE à Síria.

• A BP investe € 700 milhões no Mar do Norte.

• A AIE estima que a procura petrolífera crescerá 27% nos próximos 25 anos.

• O secretário-geral da Opep anuncia que o Iraque irá ficar sujeito ao regime de quotas da organização em 2012.

• A Sonangol Starfish perfura o segundo poço na Bacia de Campos.

OUTUBRO

• A Sonangol Holdings entra na Puma Energy • Angola aumenta a produção

• Estudo aponta para que o preço do petróleo aumente 43,2% até 2020

• O sector petrolífero nacional passa a ter regime cambial único.

NOVEMBRO

• A Petrobras prevê triplicar as exportações de petróleo até 2020 (atingindo 4,9 mbd).

• A Opep estima que o barril atinja USD 135 em 2035 e se situe entre os USD 85 e USD 95 esta década.

• A Sinopec compra 30% da subsidiária brasileira da Galp, onde a Sonangol participa indirectamente.

• O Kuwait aumenta a produção para mais de 3 mbd.

• A Petrobras descobre nova jazida na Bacia de Santos.

• A AIE revê em baixa a previsão para o consumo de petróleo em 2011 (passa para 89,2 mbd)

• É oficialmente inaugurada a plataforma Pazflor.

DEZEMBRO

• A Galp anuncia que vai investir € 1.000 milhões em Angola até 2020.

• A Sonangol Starfish detecta petróleo e gás na Bacia de Campos

• As autoridades iranianas advertem que as sanções impostas ao país podem elevar o preço do barril para USD 250

• A Opep fixa a produção total dos seus membros em 30 milhões de barris diários.

• A Sonangol assinou 11 contratos de partilha com as empresas seleccionadas, no início do ano, para explorar os blocos de pré-sal nacionais.

• Confirma-se a descoberta de petróleo no bloco 21, localizado em águas profundas no centro-sul da Bacia do Kwanza, a cerca de 200 quilómetros a Sudoeste de Luanda.

• É confirmado que Angola exportará gás natural já no primeiro trimestre de 2012.

• Repsol e Alliance Oil fazem jointventure para efectuar prospecção e produção na Rússia.

• A estatal sul-coreana Korea National Oil Corp (KNOC) planeia investir entre USD 3 biliões e USD 4 biliões em 2012 na compra de activos petrolíferos no exterior.


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Líbia, Síria, preços e exploração: o Petróleo em Agosto de 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Citigroup reduz previsão para preço do crude

O banco norte-americano Citigroup desceu a sua estimativa para o preço de ‘brent’ este ano para USD 106 por barril face aos anteriores USD 109.

UE vai proibir importação de petróleo sírio

Os governos da União Europeia (UE) concluíram um acordo destinado a proibir as importações de petróleo da Síria, revelaram fontes diplomáticas no passado domingo, num momento em que o presidente Bashar al-Assad prepara a sua primeira aparição televisiva após dois meses de protestos violentos.

Bloco 15 financia palanca e Esso quer aumentar produção

A Esso Exploration Angola (Block 15) Limited (Esso Angola), em nome da Sonangol e do Grupo Empreiteiro do Bloco 15, anunciou, na passada terça-feira, o seu apoio financeiro à segunda fase das actividades que visam preservar a palanca negra gigante, no Parque Nacional de Cangadala, em Malange. Em parceria com o Ministério do Ambiente e a Fundação Kissama, as companhias associadas do Bloco 15 doaram um valor total de USD 600 mil para assegurar a continuidade das actividades locais de preservação da palanca negra gigante, uma espécie em perigo e símbolo nacional de Angola.

Sonangol perfura na Bacia de Santos

A Sonangol irá perfurar até o fim deste mês o seu primeiro poço exploratório na Bacia de Santos, em águas rasas do bloco S-M-225. Voltada para o pré-sal, a perfuração será executada pela semissubmersível Blackford Dolphin, recém contratada pela petrolífera. O poço deve atingir 6 mil m de profundidade, numa lâmina de água de 130 m.

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