“Ninguém pode impedir que capital angolano compre acções da Galp”. A Galp, admite o CEO Ferreira de Oliveira é um alvo, mas há mais. Banca, saúde, construção – a crise e a falta de liquidez do Estado e empresas renovaram o interesse angolano.
Em Luanda, Passos Coelho admitiu que as portas estão abertas e a Sonangol, liderada por Manuel Vicente, está na linha da frente. Qual é a dimensão do império angolano? Em que sectores? Com quantas subsidiárias? E em Portugal? Qual é a estratégia. Todas as respostas num retrato exaustivo da Sonangol.
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Fonte: 18/11/2011 | 10:55 | Dinheiro Vivo
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