Category Archives: Internacional

A OPEP manteve os limites de produção de petróleo

25/06/2012

A OPEP manteve os limites de produção de petróleo, na quinta-feira passada, em 30 milhões de barris por dia, segundo informação dos delegados, que tentam convencer o maior produtor, “a Arábia Saudita”, a reduzir unilateralmente os fornecimentos de forma a conter um decréscimo de USD 30 (19,32 libras) nos preços.

 

 

Diversos membros da OPEP apelaram a Arábia Saudita, para manter o fornecimento no limite acordado colectivamente de forma a defender o valor de US $ 100 o barril em bruto.

“Há no momento um aumento injustificado na produção da organização”, disse o ministro do Petróleo argelino Youcef Yousfi Riade defende um preço moderado de forma a evitar que os custos elevados dos combustíveis dificultam um retorno ao forte crescimento económico no Ocidente.

O petróleo saudita adicional é em grande parte responsável pelo aumento da produção da OPEP a 31,6 milhões de bpd, muito além da meta formal do grupo, inicialmente fixada em Dezembro.

Os preços do petróleo caíram de um pico de US $ 128 para o Brent em Março para US $ 97, em parte porque o cenário económico tornou-se sombrio mas também por causa do aumento da produção saudita em Abril, estabelecendo uma alta de 30 anos de 10,1 milhões de barris por dia.

Dependentes dos preços acima de $100 para equilibrar os seus orçamentos, os países produtores estão preocupados que o preço continue a cair.

Apesar dos preços do petróleo serem tudo menos previsíveis, pois além da relação entre a procura e a oferta, os mercados têm de ter em conta as politicas dos países produtores.

“A história mostra-nos que um colapso financeiro global pode fazer descer os preços do petróleo para $50 o barril, enquanto um ataque contra o Irão pode fazer subir o preço para $150 ou mais”, disse David Hufton da oil brokers PVM.

Fonte: http://www.minpet.gov.ao/VerNoticia.aspx?id=14747

 

Leave a Comment

Filed under Internacional, Preços, Previsões, Produção, Produção Mundial

O outro lado da petrodependência

Há vários anos que se fala da necessidade do país diversificar a economia de modo a reduzir a dependência do petróleo. Ninguém duvida dessa necessidade. Nunca é bom ficar dependente de uma única fonte de rendimento. Para mais quando o petróleo é um recurso finito e caracterizado pela volatilidade dos preços. Se Angola interrompeu o ciclo de crescimento económico fenomenal registado na última década (segundo a The  Economist foi o país do mundo que mais cresceu) isso deveu-se à queda abrupta do preço do petróleo após a crise financeira mundial. Nos últimos anos, a cotação até subiu para máximos históricos, mas infelizmente Angola não tirou proveito disso devido às quedas inesperadas da produção interna (não deixa de ser irónico que há anos alguns analistas defendiam que Angola deveria sair da OPEP devido à limitação da quota de produção).

Ao que parece a situação irá inverter-se em 2012 devido, entre outras causas, ao impulso do projecto Pazflor, da Total (já em curso) e ao arranque do ALNG, em Cabinda (começa a laborar em Janeiro). Mas se do lado da produção há boas notícias, do lado dos preços subsiste a incógnita. O Orçamento do Estado para 2012 (ver artigo nesta edição) estipula a cotação em 77 dólares por barril, um valor prudente que está abaixo do preço actual em torno dos 100. Mas e se a crise mundial se agrava, nomeadamente na zona euro (ver artigos nesta edição)? Alguém duvida que o efeito em cascata irá atingir os países emergentes, incluindo os produtores de petróleo como Angola?

Há um outro lado escondido dessa petrodependência. Angola, como sabemos, é um grande produtor de crude. Mas a sua capacidade de refinação é inferior às necessidades de consumo. Dito por outras palavras, continuamos a importar combustível. Uma das notícias do ano que passou relativamente despercebida foi o novo impulso dado à refinaria do Lobito, devido à parceria celebrada entre a Sonangol e a ENI. O mesmo sucede no projecto de refinaria do Soyo (neste caso o parceiro mais bem colocado parece ser a chinesa Sinopec). No total, estaremos a falar de uma capacidade de produção de 300 mil barris diários, que excederá largamente o consumo interno, permitindo ainda a exportação do excedente.

Mas até lá continuamos dependentes. E essa dependência da importação de combustíveis é perigosa. Veja-se dois exemplos actuais. A EXAME esteve recentemente no Malawi, país que vive uma crise de combustíveis sem precedentes. O governo alega que o “culpado” é Moçambique que dificulta a travessia dos ca-
miões a partir dos portos da Beira e de Nacala (acusação já desmentida pelo consórcio malawiano responsável por essas importações). Moçambique, por seu turno, (ao qual dedicamos um especial de 32 páginas nesta edição) vive uma crise do gás devido a um incêndio numa refinaria da África do Sul.

Uma segunda razão é que a auto-suficiência baixaria os preços dos combustíveis que continuam a ser subsidiados em Angola. Percebe-se porquê. Quando o Governo cortou uma parte do subsídio isso gerou um efeito em cadeia imediato (por exemplo, os preços dos candongueiros duplicaram). Ora, numa altura em que o Governo quer baixar a inflação, tal medida, além de impopular, põe em risco tal objectivo. Mas a verdade é que a manutenção dos subsídios tem um impacto brutal nas contas públicas (ver artigo na EXAME n.º 15). Trata-se de dinheiro que poderia ser aplicado directamente no sector social (rubrica onde hoje é  contabilizado ao nível do Orçamento do Estado). Por último, os subsídios desincentivam a redução do consumo e promovem o desperdício, o que é errado em termos económicos e ambientais.

Por todas estas razões, é importante dar atenção ao recurso mais precioso do país, não só ao nível da produção, como também da auto-suficiência no consumo. Quanto à  necessidade de diversificação da economia aí o papel do Estado deve ser, sobretudo, o de facilitador. A prioridade é melhorar a qualidade das infra-estruturas, capacitar os quadros, promover o investimento privado e a concorrência, reduzir a burocracia, ou seja, criar um clima favorável aos negócios. E nesse ponto, a julgar pelos resultados do índice Doing Business, do Banco Mundial (onde Angola perdeu uma posição), há ainda muito trabalho a fazer.

Leave a Comment

Filed under Angola, Exame Angola, Filosofia, Internacional, Opinião, resultados

Cameron e BP: acordo Deepwater Horison

A Cameron e a BP chegaram a um acordo segundo o qual a BP indemnizará aquela pelas actuais e futuras reivindicações compensatórias decorrentes do incidente ocorrido no Deepwater Horizon. Sob os termos do acordo, a Cameron concorda em pagar USD 250 milhões à BP,tendo ambas as partes concordado em abdicar das reivindicações recíprocas. Além disso, a BP irá indemnizar totalmente a Cameron por reclamações, danos decorrentes do Oil Pollution Act, pedidos de indemnização por danos a recursos naturais assim como danos associados aos custos para avaliação dos danos e outras reclamações decorrentes de terceiros.

Este acordo com a BP o acordo irá, de certa forma, remover as incertezas que a Cameron tem enfrentado no litígio associado ao evento no Deepwater Horizon, segundo o presidente e CEO Cameron Jack Moore, dado que o mesmo elimina todas as reivindicações históricas e futuras relacionadas com este incidente. Embora o acordo não preveja o pagamento de indemnização contra multas e penalidades punitivas ou potenciais reivindicações não compensatória, tal facto não representa um risco significativo para a Cameron.

As seguradoras da companhia estão prontas para financiar cerca de USD 170 milhões deste acordo. A Cameron espera tomar os encargos no quarto trimestre relativamente aos montantes não cobertos pelo seguro. Para concluir, vamos olhar para o Irão, onde a companhia russa OAO Tatneft (TATN) assinou um acordo avaliado em USD 1.000 milhões com o Irão para desenvolver o campo petrolífero Zagheh no Golfo Pérsico, onde muitos projectos de energia enfrentam atrasos devido às sanções intensificadas pelos países ocidentais. A Rússia, que se opôs às mais recente sanções financeiras e de energia sobre o Irão, está a ajudar a reiniciar o campo adormecido de Zagheh, com as empresas ocidentais a refrearem os seus investimentos neste país, o segundo maior produtor de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, após a Arábia Saudita.

Fonte: O País

Leave a Comment

Filed under Derrames, Internacional, Multas, Notícias

Desempenho do petróleo em 2011

O ano em que o preço do barril foi o mais elevado de sempre (em O País)

A recuperação excedeu todas as expectativas. E embora, num tempo marcado por incertezas e pela instabilidade da economia internacional, tanto a Opep, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo que Angola integra e a que já presidiu, e a AIE, a Agência Internacional de Energia, ligada aos interesses dos países consumidores, tivessem operado diversas revisões em baixa das suas previsões, a verdade é que qualquer delas aponta para a subida da procura de petróleo nos próximos anos e na estabilização ou mesmo subida do preço do barril. A alta do petróleo é dos acontecimentos de 2011.

Angola, como O País revelou com base nas estatísticas oficiais, também angariou a maior receita petrolífera de sempre. A matéria-prima repetirá a proeza em 2012? A ver vamos. Para já relembremos, mês a mês, os factos que pontuaram 2011.

JANEIRO

• Contactados pela Bloomberg, 34 analistas do sector prevêem que o preço médio do crude se venha a situar nos USD 87 em 2011.

• A Índia confirma o interesse estratégico em importar mais petróleo de Angola.

• A Opep revê, pelo quarto mês consecutivo, em alta a sua previsão da procura para 2011 (87,32 milhões de barris diários – mbd)

FEVEREIRO

• A Sonangol Starfish estreia-se na perfuração do pré-sal brasileiro com o início da perfuração do poço ISTAR 19 RJS no bloco C-M-622 na Bacia de Campos.

• Chevron, Exxon e Shell divulgam lucros em 2010 e BP, afectada pelo derrame do Golfo do México, prejuízos.

• A situação líbia e a hipótese de alastramento da instabilidade política preocupam o mercado petrolífero.

Em Dezembro, a Sonangol assinou 11 contratos com as empresas seleccionadas para explorar os blocos de pré-sal.

Em Fevereiro, a Sonangol Starfish estreou-se na perfuração na Bacia de Campos.

MARÇO

• A Opep afirma dispor de capacidade para suprir uma possível suspensão da exportação líbia.

• A Petrobras anuncia lucros superiores a USD 21 mil milhões.

• Kuwait e Sinopec anunciam a construção na China de uma refinaria avaliada em USD 9 mil milhões.

• O ministro dos Petróleos de Angola, Botelho de Vasconcelos, declara que a subida do preço do barril “não satisfaz a ninguém”.

• A catástrofe nuclear japonesa de Fukushima trava a subida do preço do barril, sobrepondo-se assim à instabilidade no Médio Oriente e Norte de África.

• Os EUA manifestam interesse no pré-sal brasileiro.

• A Exxon faz saber que, nos próximos cinco anos, a sua aposta principal é o petróleo.

ABRIL

• Os rebeldes líbios dispõem-se a produzir tanto petróleo como Khadafi. Está fixada a última “fronteira humanitária”.

• O aumento da produção da Arábia Saudita não consegue compensar a suspensão da produção líbia.

• A AIE considera que há risco de alta dos preços pôr em causa a recuperação internacional.

• O Projecto PSVM, localizado no bloco 31 do offshore nacional, recebe um gigantesco navio de produção, armazenamento e carga.

• Angola assume a presidência não executiva da Associação dos Refinadores Africanos.

• O Iraque anuncia a licitação de 12 novos campos no início de 2012.

MAIO

• O preço do barril estremece com a morte de Bin Laden

• Venda de petróleo rende USD 100 milhões a forças anti-Khadafi

• Obama anuncia que quer retirar USD 4 mil milhões em subsídios a petrolíferas.

JUNHO

• Para a AIE a economia global reclama mais petróleo

• Botelho de Vasconcelos faz um balanço positivo da cooperação com S. Tomé e Príncipe.

• A Barclays Capital revela que os investimentos na exploração de petróleo atingiram o recorde de USD 500 mil milhões.

• O Equador põe a concurso seis blocos maduros.

JULHO

• A AIE anuncia que vai recorrer às reservas de emergência para colocar dois milhões de barris a mais no mercado.

• A Galp revela prever investir mais de € 100 milhões em Angola, sobretudo no bloco 14.

• A CNPC chinesa inicia a produção no Iraque.

AGOSTO

• A Venezuela projecta triplicar a produção até 2021.

• Angola aumenta produção mas perde para o Irão a posição de segundo fornecedor da China.

• A Opep revê em baixa a previsão para a procura em 2011, situando-a em 88,14 mbd.

• A Sonangol prepara-se para perfurar o primeiro poço exploratório na Bacia de Santos.

• A União Europeia anuncia que vai proibir a importação de petróleo sírio.

• O Projecto Pazflor, um conjunto de campos situados no mar angolano, a 150 Km de Luanda, inicia a produção.

SETEMBRO

• Descoberto gás natural na Bacia do Rovuma, em Moçambique.

• O México abre o sector petrolífero a empresas privadas.

• A Rússia opõe-se ao embargo da UE à Síria.

• A BP investe € 700 milhões no Mar do Norte.

• A AIE estima que a procura petrolífera crescerá 27% nos próximos 25 anos.

• O secretário-geral da Opep anuncia que o Iraque irá ficar sujeito ao regime de quotas da organização em 2012.

• A Sonangol Starfish perfura o segundo poço na Bacia de Campos.

OUTUBRO

• A Sonangol Holdings entra na Puma Energy • Angola aumenta a produção

• Estudo aponta para que o preço do petróleo aumente 43,2% até 2020

• O sector petrolífero nacional passa a ter regime cambial único.

NOVEMBRO

• A Petrobras prevê triplicar as exportações de petróleo até 2020 (atingindo 4,9 mbd).

• A Opep estima que o barril atinja USD 135 em 2035 e se situe entre os USD 85 e USD 95 esta década.

• A Sinopec compra 30% da subsidiária brasileira da Galp, onde a Sonangol participa indirectamente.

• O Kuwait aumenta a produção para mais de 3 mbd.

• A Petrobras descobre nova jazida na Bacia de Santos.

• A AIE revê em baixa a previsão para o consumo de petróleo em 2011 (passa para 89,2 mbd)

• É oficialmente inaugurada a plataforma Pazflor.

DEZEMBRO

• A Galp anuncia que vai investir € 1.000 milhões em Angola até 2020.

• A Sonangol Starfish detecta petróleo e gás na Bacia de Campos

• As autoridades iranianas advertem que as sanções impostas ao país podem elevar o preço do barril para USD 250

• A Opep fixa a produção total dos seus membros em 30 milhões de barris diários.

• A Sonangol assinou 11 contratos de partilha com as empresas seleccionadas, no início do ano, para explorar os blocos de pré-sal nacionais.

• Confirma-se a descoberta de petróleo no bloco 21, localizado em águas profundas no centro-sul da Bacia do Kwanza, a cerca de 200 quilómetros a Sudoeste de Luanda.

• É confirmado que Angola exportará gás natural já no primeiro trimestre de 2012.

• Repsol e Alliance Oil fazem jointventure para efectuar prospecção e produção na Rússia.

• A estatal sul-coreana Korea National Oil Corp (KNOC) planeia investir entre USD 3 biliões e USD 4 biliões em 2012 na compra de activos petrolíferos no exterior.


Leave a Comment

Filed under Internacional, Notícias, Previsões

Petróleo no Gabão e Equador

Petrobras no Gabão

Esta semana, nas notícias sobre o universo da indústria petrolífera, vamos falar da Petrobras Petróleo Brasileiro, S.A., que adquiriu, através da sua subsidiária integral Petrobras Participaciones SL, 50% das participações na Marin Ntsina e Blocos Mbeli Marin, localizado na Bacia Costeira do Gabão.

Equador põe a concurso 6 blocos maduros

O Equador abriu, esta semana, a licitação de seis blocos maduros de petróleo localizados na Amazónia, com o objectivo de aumentar a produção, de acordo com uma informação veiculada na última terçafeira pelo Ministério de Recursos Não Renováveis (MRNR) do país.

1 Comment

Filed under África, Distribuição, Equador, Gabão, Internacional, offshore, Petrobras

Galp Energia e preços do Petróleo, Junho 2010

Galp Energia é bom negócio

O banco de investimentos Goldman Sachs acredita “que a potencial revisão em alta da avaliação (da Galp Energia) devido ao aumento de capital de cerca de dois mil milhões (no Brasil), será reconhecido pelo mercado nos próximos meses”. Por sua vez, o BPI considera que “o primeiro (catalisador para as acções da petrolífera) é a venda dos activos de gás natural em Portugal, que será concluída no terceiro trimestre. Ainda no próximo trimestre, a Galp deverá concluir o aumento de capital no Brasil”.

Polémica

O representante do Irão na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Mohammad Ali Khatibi, criticou a AIE (Agência Internacional de Energia, normalmente associada aos interesses dos consumidores) por estar a interferir no mercado ao anunciar que vai libertar 60 milhões de barros das reservas de emergências, defendendo que os preços do petróleo devem ser definidos pelo mercado.

 

Leave a Comment

Filed under Galp, Internacional, Negócios, Preços

Petrobrás em alta

Estes resultados ficam-se a dever, segundo a petrolífera estatal brasileira, ao aumento do lucro bruto, o qual foi, por sua vez, impulsionado pelo crescimento na produção brasileira de petróleo e gás natural e pelo maior volume de vendas de derivados e gás natural no mercado doméstico, comercializados a preços mais elevados.

Veja tudo em Petrobras com lucro Recorde, O País Angola

Leave a Comment

Filed under Brasil, Internacional, offshore, resultados

Transformar plástico em petróleo

Agilyx, uma empresa localizada em Oregon, Estados Unidos, criou um sistema para conversão de plásticos em petróleo, procurando assim “matar dois coelhos de uma só cajadada”: conter a poluição gerada por resíduos de plástico e minorar a eventual escassez de petróleo.

O sistema de Agilyx permite converter 10 toneladas de plástico em 2400 galões (cada galão equivale a 3,785 litros) de petróleo por dia.

O processo passa por quatro etapas. Na primeira, o plástico é comprimido e instalado num dos recipientes, onde circula ar quente, que o derrete e, eventualmente, o transforma em gás. Na segunda etapa, o gás é transportado para o sistema de condensação central. Na terceira etapa, os gases são arrefecidos e condensados, daí resultando o bruto sintético. Após a purificação, na quarta etapa, o petróleo obtido é colocado num recipiente destinado a comercialização. O processo só funciona com plástico feitos a partir de hidrocarbonetos, tais como o policarbonato e polipropileno. O PVC, por exemplo, não pode ser usado neste sistema.

Fonte:  Empresa converte plástico em ouro negro

Leave a Comment

Filed under Internacional, Notícias

Notícias da Sonangol: Iraque et Millennium BCP

Sonangol no Iraque

A Sonangol iniciou, na passada quinta-feira, a laboração dos campos de Najma (Najmah) e Qaiyara (Qaiyarah) na região setentrional de Ninewa, no Iraque, e dará início à respectiva perfuração no próximo mês de Abril, de acordo com um relatório das autoridades iraquianas.

Veja em Sonangol arranca no Iraque

 

Sonangol confirma 14,9% no Millennium BCP

O Millennium BCP informou formalmente, no passado dia 11 de Março, a entidade reguladora do mercado de capitais português, “na sequência de notícias que têm vindo a ser publicadas em diversos órgãos de comunicação social”, que “a Sonangol Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola, Empresa Pública, comunicou ser titular, nesta data, de 685.138.638 acções, representativas de 14,59% do capital social do Banco”.

Sonangol poderá explorar petróleo em São Tomé e Príncipe

A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) poderá fazer parte de um consórcio que vai explorar petróleo em São Tomé e Príncipe, no qual terá como parceiros a empresa petrolífera portuguesa Galp e a santomense Petrogás.

 

 

 

 

Leave a Comment

Filed under Angola, Cooperação, Internacional, Notícias, Produção, Sonangol

Notícias da Sonangol: Cuba e pré-sal

Últimas do petróleo em Angola!

Sonangol P&P (Pesquisa e Produção) celebrou, no passado dia 8 de Dezembro em Havana, com a petrolífera cubana Comercial Cupet S.A, um contrato de partilha de produção para operar dois blocos N23 e N33, em águas profundas cubanas.

Para ler em:  Sonangol P&P contrata com petrolífera cubana

A Sonangol Starfish vai investir cerca de USD 300 milhões na perfuração de seus primeiros poços offshore no Brasil, com a semissubmersível Arctic I, de propriedade da Transocean, revela o portal brasileiro Energia Hoje. A campanha da petrolífera iniciar-se-á em Janeiro e irá contemplar dois poços, sendo um na bacia de Campos e outro em Santos, ambos direcionados para reservatórios de pré-sal.

A ler, em Sonangol Starfish: USD 300 milhões no pré-sal

1 Comment

Filed under Angola, Brasil, Cuba, Internacional, Notícias, Pré-sal, Sonangol